Coronavírus: iniciativa procura Zona da Mata


Uma iniciativa de um jornalista e empresário de Juiz de Fora procura realizar testes do coronavírus em secção da população e ajudar no mapeamento de casos.

O programa Protocolo JF começa a funcionar na próxima terça-feira (7), procura testar muro de 2,5% da cidade, oferecendo muro de 5 milénio exames na primeira tempo.

O primeiro contato com a população é feito por meio do aplicativo Dados do Muito, disponível gratuitamente para Android e iOS.

O G1 conversou com Sérgio Bara, idealizador do projeto, que revelou que o Protocolo JF tem o base da Prefeitura de Juiz de Fora e do Governo de Minas Gerais.

Bara explica que, depois um autodiagnóstico realizado por meio do aplicativo, o paciente é atendido por uma lucidez sintético, que identifica possíveis casos de coronavírus.

“Esse programa define se a pessoa precisa ser testada ou não, e oferece o agendamento da testagem presencial”, explicou o jornalista.

Os exames serão realizados em dois pontos de Juiz de Fora: no Bairro Cascatinha, em tendas montadas no Independência Shopping, na Avenida Presidente Itamar Franco; e no Shopping Jardim Setentrião, no Bairro Mariano Procópio.

Bara afirma que, em caso de resultado positivo, o Protocolo JF oferece todo o pedestal necessário para o paciente, porquê telemedicina, espeque social e psicológico.

“Nós não vamos perfurar mão do esteio às pessoas infectadas. Se houver premência de oferecer alimento e mantimentos, para manter a pessoa isolada, o programa ajuda”, afirmou.

Aliás, o Protocolo JF também conta com um sistema de rastreamento de contactantes.

“O programa faz o rastreamento de cinco pessoas que tiveram contato com o infectado, para que elas também possam entrar em quarentena”, explicou o idealizador.

Os exames são realizados em sistema de walk thru, em tendas montadas nos espaços citados. Segundo Bara, os testes começam a ser realizados na terça-feira, seguindo o lançamento solene do programa, na segunda-feira (6).

Os testes aplicados na população utilizam o padrão RT-PCR (do inglês reverse-transcriptase polymerase chain reaction), que confirma a presença da doença através do RNA do vírus.

O objetivo do Protocolo JF é disponibilizar 15 milénio testes, equivalente a 2,5% da população juiz-forana, sendo 5 milénio ofertados na tempo inicial do projeto. O expectativa é de que muro de 100 exames sejam feitos diariamente.

O dispêndio totalidade do programa é de R$ 4 milhões. Segundo Sérgio Bara, o preço também cobre a estrutura física construída nos espaços de testagem.

“Um dos pontos principais [do programa] é ajudar no mapeamento dos casos pela cidade”, contou Sérgio Bara.

O jornalista reforça a premência de que toda a população, mesmo que assintomática, instale o aplicativo e realize o autodiagnóstico.

Dessa forma, o programa terá entrada ao número de pessoas sintomáticas em relação ao restante da cidade, e pode indagar o deslocamento do vírus.

Inspiração no exterior e base de órgãos públicos

Segundo o idealizador, o programa é fundamentado nos protocolos da Coreia do Sul, país considerado exemplo no combate à Covid-19. “Percebi as boas práticas [do país] e resolvi fazer contato com o pessoal de lá, para testar o método cá no Brasil”, explicou.

O jornalista conta que, depois conversar com conhecidos no Brasil, conseguiu entrar em contato com a Korea University Medicine Center (KUMC), que presta serviço para o governo do país e auxiliou na implantação do programa.

“Estou com esse trabalho pronto desde o dia 12 de abril. Tentando mostrar para os governos e para as empresas”, revelou.

Atualmente, o trabalho está sendo feito em conjunto com o Estado de Minas Gerais e com a Prefeitura de Juiz de Fora.

Bara contou, também, que o Protocolo JF tem parceria com a Universidade Federalista de Juiz de Fora (UFJF), que também tem seu próprio programa de testagem.

O idealizador afirmou que Juiz de Fora é o único município brasílico a receber o programa, que será estimado e adotado em outras cidades em caso de sucesso.

Mais informações estão disponíveis no site do projeto.

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